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By Ferramentas Blog

sábado, 7 de maio de 2011

mol

O mol (português brasileiro) ou a mole (português europeu) é o nome da unidade de base do Sistema Internacional de Unidades (SI) para a grandeza quantidade de matéria (português brasileiro) ou quantidade de substância (português europeu) (símbolo: mol). É uma das sete unidades de base do Sistema Internacional de Unidades, muito utilizada na Química. O seu uso é comum para simplificar representações de proporções químicas e no cálculo de concentração de susbtâncias.
A unidade mol é muitas vezes comparada à "dúzia", pois ambas são adimensionais (sem unidades) e são utilizadas para descrever quantidades. Porém, o uso do mol mostra-se adequado somente para descrever quantidades de entidades elementares (átomos, moléculas, íons, elétrons, outras partículas, ou grupos específicos de tais partículas).
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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Literatura Medieval

A literatura medieval é um tema vasto, abrangendo essencialmente todas as obras escritas disponíveis na Europa e além durante a Idade Média (abrangendo o milênio que vai da queda do Império Romano em cerca de 500, até o início da Renascença florentina em fins do século XV. A literatura desta época era composta de escritos religiosos bem como de obras seculares. Da mesma forma que a literatura moderna, é um complexo e rico campo de estudo que vai do totalmente sagrado ao exuberantemente profano, passando por todos os pontos intermediários. Por causa da vasta extensão de tempo e espaço é difícil falar em termos gerais sem simplificar em demasia e assim, a literatura é melhor caracterizada por seu lugar de origem e/ou linguagem, bem como por seu gênero.
 Visto que o latim era o idioma usado pela Igreja Católica Romana, a qual dominava a Europa Ocidental e Central, e visto que a Igreja era virtualmente a única fonte de educação, o latim era uma língua comum para os escritos medievais, mesmo em certas partes da Europa que nunca foram romanizadas. Todavia, na Europa Oriental, a influência do Império Romano do Oriente e da Igreja Ortodoxa tornaram o grego e o eslavo eclesiástico as línguas escritas dominantes.




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Breve história de Monteiro Lobato





José Bento Renato Monteiro Lobato (Taubaté, 18 de abril de 1882 – São Paulo, 4 de julho de 1948) foi um dos mais influentes escritores brasileiros do século XX. Foi um importante editor de livros inéditos e autor de importantes traduções. Seguido a seu precursor Figueiredo Pimentel ("Contos da Carochinha") da literatura infantil brasileira, ficou popularmente conhecido pelo conjunto educativo de sua obra de livros infantis, que constitui aproximadamente a metade da sua produção literária. A outra metade, consistindo de contos (geralmente sobre temas brasileiros), artigos, críticas, crônicas, prefácios, cartas, um livro sobre a importância do petróleo e do ferro, e um único romance, O Presidente Negro, o qual não alcançou a mesma popularidade que suas obras para crianças, que entre as mais famosas destaca-se Reinações de Narizinho (1931), Caçadas de Pedrinho (1933) e O Picapau Amarelo (1939).

Criado em um sítio, Monteiro Lobato foi alfabetizado pela mãe Olímpia Augusta Lobato e depois por um professor particular. Aos sete anos, entrou em um colégio. Nessa idade descobrira os livros de seu avô materno, o Visconde de Tremembé, dono de uma biblioteca imensa no interior da casa. Leu tudo o que havia para crianças em língua portuguesa. Nos primeiros anos de estudante já escrevia pequenos contos para os jornaizinhos das escolas que frequentou.
Aos onze anos, em 1893, foi transferido para o Colégio São João Evangelista. Ao receber como herança antecipada uma bengala do pai, que trazia gravada no castão as iniciais J.B.M.L., mudou seu nome de José Renato para José Bento, a fim de utilizá-la. No ano seguinte, os pais o presentearam com uma calça comprida, que usou bastante envergonhado. Em dezembro de 1896 foi para São Paulo e, em janeiro de 1897, prestou exames das matérias estudadas na cidade natal, mas foi reprovado no curso preparatório e retornou a Taubaté.
Quando retornou ao Colégio Paulista, fez as suas primeiras incursões literárias como colaborador dos jornaizinhos "Pátria", "H2S" e "O Guarany", sob o pseudônimo de Josben e Nhô Dito. Passou a colecionar avidamente textos e recortes que o interessavam, e lia bastante. Em dezembro prestou novamente os exames para o curso preparatório e foi aprovado. Escreveu minuciosas cartas à família, descrevendo a cidade de São Paulo. Colaborou com "O Patriota" e "A Pátria". Então, se mudou de vez para São Paulo, e tornou-se estudante interno do Instituto Ciências e Letras.
No ano seguinte, a 13 de junho de 1898, perdeu o pai, José Bento Marcondes Lobato, vítima de congestão pulmonar. Decidiu, pela primeira vez, participar das sessões do Grêmio Literário Álvares de Azevedo do Instituto Ciências e Letras. Sua mãe, vítima de uma depressão profunda, veio a falecer no dia 22 de junho de 1899.
Tendo forte talento para o desenho, pois desde menino retrata a Fazenda Buquira, tornou-se desenhista e caricaturista(como fonte de renda) nessa época. Em busca de aproveitar as suas duas maiores paixões, decidiu ir para São Paulo após completar 17 anos.
Seu sonho era a Faculdade de Belas-Artes, mas, por imposição do avô, que o tinha como um sucessor na administração de seus negócios, acabou ingressando na Faculdade do Largo de São Francisco para cursar Direito. Mesmo assim seguiu colaborando em diversas publicações estudantis e fundou, com os colegas de sua turma, a "Arcádia Acadêmica", em cuja sessão inaugural fez um discurso intitulado: Ontem e Hoje. Lobato, a essas alturas, já era elogiado por todos como um comentarista original e dono de um senso fino e sutil, de um "espírito à francesa" e de um "humor inglês" imbatível, que carregou pela vida afora. Dois anos depois, foi eleito presidente da Arcádia Acadêmica, e colaborou com o jornal "Onze de Agosto", onde escreveu artigos sobre teatro. De tais estudos surgiu, em 1903, o grupo O Cenáculo, fundado junto com Ricardo Gonçalves, Cândido Negreiros, Godofredo Rangel, Raul de Freitas, Tito Lívio Brasil, Lino Moreira e José Antônio Nogueira.
Era anticonvencional por excelência, dizendo sempre o que pensava, agradasse ou não. Defendia a sua verdade com unhas e dentes, contra tudo e todos, quaisquer que fossem as consequências. Venceu um concurso de contos, sendo que o texto Gens Ennuyeux foi publicado no jornal "Onze de Agosto".

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2º aula de japonês

こんにちは私たち番目のクラス日本人いる今日、あなた広く使用されているいくつかの文章をお見せの研究のためにそれらを訓練する

 Kon'nichiwa, watashi-tachi wa ban-me no kurasu no nipponjin ga iru. Kyō wa, anata ni hiroku shiyō sa rete iru ikutsu ka no bunshō o o mise-kata no kenkyū no tame ni sorera o kunren suru.

 olá, estamos na segunda aula de japonês. Hoje vou mostrar para vocês algumas frases que são muito usadas, treinem elas para um melhor estudo. 

私があなたが読めるようにさまざまな方法を投稿しています気づいてください。それぞれの色が異なる表しています。

Watashi ga anata ga yomeru yō ni samazamana hōhō o tōkō shite imasu kizuite kudasai. Sorezore no iro ga kotonaru bun o arawashite imasu.

Se vocês perceberam eu estou postando jeitos diferentes para você ler. Cada cor representa uma frase diferente.
を開始してみましょう:

No o kaishi shite mimashou:

Vamos começar: 

こんにちは
Kon'nichiwa
Oi


さようなら
Sayōnara
tchau
天気の良い日
Tenki no yoi hi
bom dia 
こんにちは
Kon'nichiwa
boa tarde
おやすみ
Oyasumi
boa noite 
どのようですか?
Dono yō nidesu ka?
como vai?     

大丈夫だよ
Watashi wa daijōbuda yo
estou bem 

非常によくいる
Watashi wa hijō ni yoku iru
não estou muito bem 

あなた日本語を話す
Anata ga nihongo o hanasu?
você fala japonês? 

はい
Hai
sim 
Wa
não 
さて私は今、研究するために、これらのフレーズ与える思う
あなたの質問投稿して助けが必要な場合

Sate, watashi wa kon, kenkyū o suru tame ni, korera no furēzu o ataeru to omou. Anata no shitsumon o tōkō shite tasuke ga hitsuyōna baai.

Pronto, acho que por enquanto essas frases dão para dar uma estudada.
Se precisarem de ajuda postem sua dúvida.


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domingo, 17 de abril de 2011

30 dicas para ir bem numa redação

1. Deve-se evitar ao max. a utiliz. de abrev. etc.
2. É desnecessário empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal pratica advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.
3. Anule aliterações altamente abusivas.
4. não esqueça as maiúsculas no inicio das frases.
5. Evite lugares-cumuns como o diabo foge da cruz.
6. O uso de parênteses ( mesmo quando for relevante ) é desnecessário.
7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, sacou? ...então valeu!
9. "Porra", palavras de baixo calão podem transformar seu texto numa "merda".
10. Nunca generalize: generalizar é um grave erro em todas as situações.
11. Evite repitir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto em que a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: " Quem cita os outros não tem ideias próprias".
13. Frases incompletas podem causar
14. Não seja redundante, não é preciso dozer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou, por outras palavras, não repita a mesma ideia várias vezes.
15. Seja mais ou menos especifico.
16. Frases apenas com uma palavra? Jamais!
17. A voz passiva deve ser evitada.
18. Utilize a pontuação corretamente especialmente o ponto e a vírgula pois a frase poderá ficar sem sentido será que ninguém mais sabe usar ponto de interrogação
19. Quem precisa de perguntas retóricas?
20. Conforme recomenda a G.O.P. não use siglas desconhcidas.
21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.
22. Evite mesóclices. Repita comigo: " mesóclises: evita-las-ei ! "
23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
24. Não abuse das exclamações! Nunca!!!!!!
25. Evite frases exageradamente longas pois estas dificultam a compreensão das ideias nelas contidas e, por conterem mais que uma ideia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, dessa forma, o pobre leitor a separa-la nos seus diversos componentes de forma a torna-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a lígúa portuguêza.
27. Seja incisivo e coerente; ou não...
28. Não fique escrevendo ( nem falando ) no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambiguidade, com certeza você vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo. E, como vai estar lendo este texto, tenho certeza de que você vai estar repassando aos seus amigos, que vão estar pensando em não estar falando dessa maneira.
29. Outra barbaridade que tu deves evitar chê, é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras... nada de mandar esse trem... vixi...entendeu, bichinho?
30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque se não ninguém irá aguentar, já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem parar.
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O que é Gramática?

Considerando os aspectos que generalizam a “concepção da gramática”, entende-se em primeiro plano que a gramática é gerada como uma livro que expõe noções e regras essenciais, estabelecidas pelos especialistas, com base no uso da língua consagrado pelos bons escritores. Para essa concepção, normalmente, a gramática é reconhecida como normativa, ou seja ela oficializa regras e leis na qual a língua é só a variedade dita padrão ou culta e que todas as demais formas de uso da língua são sinuosidades, irregularidades, alterações da língua. Seu alto nível define o assunto, visto que ignora características próprias da língua oral além de desvalorizar outras variedades da língua com base em fatores não estritamente lingüísticos. Então, portanto, introduzidas nessa concepção de gramática várias maneiras de compreender e conceituar a chamada norma culta ou eliminar dela formas e usos, exercendo assim, seu papel prescritivo. Esses argumentos são sobretudo de natureza estética, aristocrática, política, comunicacional e histórica. Em segundo plano é a que tem sido denominada de gramática descritiva, porque faz, na verdade, uma descrição da estrutura e funcionamento, da língua, de sua forma e função. Esta trabalha com o falante – ouvinte ideal, permitindo associar a cada expressão dessa língua uma descrição estrutural e estabelecer suas regras de uso, de modo a separar o que é gramatical do que não é gramatical. Nessa concepção é permitido fazer gramáticas de todas as variedades da língua de acordo com as teorias estruturalistas, levando em consideração a lingüística da fala a qual se faz importante para o trabalho do professor de língua materna para desenvolver no aluno a competência comunicativa. A terceira concepção de gramática é, portanto, aquela que não há erro, mas, inadequação; é chamada de gramática internalizada pois é ela que permite ao usuário criar uma quantidade infinita de frases e julgar sua gramaticalidade no sentido da gramática descritiva. Esse tipo de gramática deixa bem claro que o usuário da língua precisa saber muito mais do que apenas as normas gramaticais, pois ela constitui não só a competência textual e discursiva possibilitando sua competência comunicativa. Além desses três tipos de gramática derivados da concepção que se tem de gramática, temos ainda outros tipos cujo critério de proposição está ligado à formação da estrutura e do mecanismo de funcionamento da língua, bem como outros tipos de gramática comumente citados os quais são definidos pelos seus objetos de estudo e por seus objetivos. Em suma temos: gramática implícita – que é a competência do falante; gramática explícita – representada por todos os estudos lingüísticos catalogados; gramática reflexiva – representa o raciocínio sobre as variedades lingüísticas; gramática transferencial – mostra diferenças de uma língua com outra; gramática geral – estuda o funcionamento da língua de um modo geral, ou seja, universaliza todas as línguas; gramática universal – busca mais os universais lingüísticos; gramática histórica – estuda uma seqüência de fases evolutivas de várias línguas, normalmente buscando encontrar pontos comuns, enfim.

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aviso

começaremos a fazer aulas de inglês
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1° aula de japonês

 私たちの最初のクラスは、私たちは"漢字"とは、日本人と呼ば漢字について話します。

 Watashi-tachi no saisho no kurasu wa, watashi-tachi wa" kanji" to wa, nipponjin to yoba kanji nitsuite hanashimasu. 

 Nossa primeira aula de japonês vamos falar sobre os "ideogramas" que são chamados de kanjis.

アルファベットカタカナ、ひらがなの2種類があります。

Arufabetto, katakana, hi-ra ga na no 2 shurui ga arimasu.

Existem dois tipos de alfabetos, o hiragana e o katakana.
                                           


                                                                               
                                                                                    Esse é o alfabeto Katakana





























      




                                                                                 Esse é o alfabeto Hiragana































のレッスンはあなたのためのいくつかのフレーズをお教えします。
Tsugi no ressun wa anata no tame no ikutsu ka no furēzu o o oshie shimasu.
Na próxima aula vou ensinar algumas frases pra vocês.
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1° aula de espanhol

O espanhol é bem parecido com o português e é bem facil de aprender, veja alguns exemplos:

- Biscoito = Galleta
- Casa = Casa
- Lixo = Basura
- cachorro = Perro
- Pássaro = Aves
- Escola = Escuela
- Professor = Profesor
- Aluno = Estudiante
- Gato = Gato
- Bolo = Torta
- Macarrão = Pasta
- Fruta = Frutas
- Carro = Coches
- Criança = Niño
- Rato = Ratón

Você precisará de um dicionario de espanhol para praticar e estudar a língua, ou então use o tradutor http://translate.google.com.br/#pt|es|

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quarta-feira, 13 de abril de 2011

As dez maiores fraudes da ciência


Descobertas científicas costumam ser encaradas como verdades incontestáveis. Mas não se pode confiar de olhos fechados em tudo o que os cientistas dizem! Além de grandes achados, a história da ciência também está cheia de grandes mentiras, falseamentos grotescos e picaretagens das grossas
Por Tarso Araújo
10) FAMÍLIAS INVENTADAS
Nome do cientista: Gary Kammer
ano: 2001

O reumatologista americano Gary Kammer pesquisava o lupus, uma doença auto-imune transmitida geneticamente, com fundos do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos. Sua pesquisa não resistiu a uma investigação do governo federal. Os caras concluíram que o doutor inventou duas famílias inteiras e todos os seus dados médicos para conseguir os investimentos do governo!
Quem delatou a fraude foi um pesquisador, colega de Kammer, que avisou à direção da universidade onde eles trabalhavam sobre as irregularidades do projeto.

9) O PLAGIÁRIO DE HARVARD
Nome do cientista: Ali Sultan
ano: 2004

O imunologista Ali Sultan já era um premiado pesquisador de malária na não menos premiada Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Até que, para conseguir financiamento, ele teve a idéia de copiar o resultado de uma outra pesquisa e fingir que era sua. Descoberto e acusado de plágio, ele ainda falsificou um e-mail para tentar jogar a culpa em um estudante de sua equipe. Em vão. Sultan seguiu carreira - não mais em Harvard, mas numa humilde escola de medicina no Catar.

8) FUSÃO A FRIO
Nome do cientista: Martin Fleischmann e Stanley Pons
ano: 1989

Em 1989, os eletroquímicos Fleischmann e Pons apresentaram um método de fusão nuclear a frio - união de dois átomos à temperatura ambiente, em oposição à fusão em altas temperaturas, como acontece nas bombas de hidrogênio. A promessa de energia limpa e barata não resistiu a um teste no reputado Massachusetts Institute of Technology (MIT), que não deu em nada.
Como ninguém conseguiu repetir o experimento, os dois nunca mais ganharam verba pública para pesquisar.

7) REMÉDIO AMARGO
Nome do cientista: William McBride
ano: 1987

Nos anos 60, o ginecologista australiano William McBride descobriu - honestamente - que usar uma substância chamada talidomida para combater o enjôo em grávidas podia causar problemas na formação dos bebês. Vinte anos depois, ele falsificou os dados de uma pesquisa para provar que outra substância, a beneditina, tinha o mesmo efeito nos embriões. Por causa da mentira de McBride, o laboratório que fabricava a beneditina retirou o produto do mercado e enfrentou centenas de processos judiciais.

6) MENOPAUSA EM XEQUE
Nome do cientista: Eric Poehlman
ano: 2005

Entre 1992 e 2000, Eric Poehlman tornou-se um renomado pesquisador sobre menopausa. Nesse tempo, ele falsificou vários dados de pesquisa: para obter resultados que provassem sua tese, ele trocou a avaliação do tratamento de reposição hormonal de 32 mulheres, num grupo de 35. A cascata rendeu-lhe uma verba de 2,9 milhões de dólares!

Descoberto, ele foi julgado em tribunal e confessou a fraude. Condenado, Poehlman pegou cinco anos de prisão e foi obrigado a pagar 250 mil dólares de multa.

5) O INVENTOR DE PACIENTES
Nome do cientista: Andrew Friedman
ano: 1995

Andrew Friedman era um bem-sucedido ginecologista da Universidade de Harvard, com 58 artigos publicados em revistas médicas dos Estados Unidos. Até que em 1995 ele foi convidado a prestar contas do resultado de uma pesquisa. Sem pensar duas vezes, ele inventou fichas de vários pacientes. Mas a consciência pesou e o doutor admitiu as falsificações dez dias depois.
Friedman ficou proibido de exercer a medicina por um ano e pagou uma multa de 10 mil dólares.

4) SAPOS PINTADOS
Nome do cientista: Paul Kammerer
ano: 1926

Nos anos 20, o biólogo austríaco Paul Kammerer mostrou como uma espécie de sapo terrestre gerava filhotes com patas coloridas ao se reproduzir na água - iguaizinhas às de seus primos aquáticos. Ele queria provar que os genes de uma espécie alteram-se em resposta às influências do ambiente. Mas o pilantra simplesmente pintou as patas dos sapinhos que acasalaram na água!
Trágedia! Antes que a investigação fosse concluída, o biólogo se matou...

3) MINIMEGAMENTIRA
Nome do cientista: Jan Hendrik Schön
ano: 2002

Quando foi pego na fraude, esse alemão era físico do poderoso laboratório Bell. Entre 2000 e 2003, ele publicou 25 artigos importantes, apontando um caminho para a criação de minúsculos componentes eletrônicos, feitos de apenas uma molécula. Ele era forte candidato ao Prêmio Nobel de Física - até que uma investigação descobriu dados falsos em 16 de seus 25 artigos.
Schön ficou sem Nobel nem emprego: a Bell liberou o cara para publicar fraudes por outra empresa.

2) CLONAGEM FURADA
Nome do cientista: Woo-Suk Hwang
ano: 2005

O veterinário Woo-Suk Hwang tornou-se herói na Coréia do Sul ao anunciar a primeira clonagem de embriões humanos para extração de células-tronco. O feito poderia levar ao tratamento de doenças graves e sem cura hoje em dia, como a tetraplegia. Mas ex-colaboradores acusaram-no de métodos antiéticos (como usar óvulos de pesquisadoras de sua própria equipe!) e de falsificar os resultados do trabalho.
Ele confessou tudo. Agora, Hwang é investigado pelo desvio de 6 milhões de dólares da pesquisa!

1) O HOMEM DE PILTDOWN
Nome do cientista: Autor desconhecido
ano: 1953

Em 1912, o paleontologista Charles Dawson encontrou pedaços de um crânio "meio humano, meio orangotango", na cidade de Piltdown, Inglaterra. Seria o elo perdido entre o homem e o macaco? A descoberta mudou todas as teorias sobre a evolução. Mais de 500 teses de doutorado foram escritas sobre o chamado "Homem de Piltdown", formalmente batizado Eoanthropus dawsonii. Mas em 1953 a caveira foi submetida a uma técnica de identificação da idade de fósseis. Qual não foi a surpresa dos pesquisadores ao descobrir que a tal cabeça de 500 mil anos de idade tinha apenas 500 anos! Ela era uma junção de um velho crânio humano, uma mandíbula de orangotango corroída artificialmente e alguns dentes fossilizados de chimpanzé...

Até hoje, essa superfraude não tem autor oficial. Ninguém sabe se foi o próprio Charles Dawson, um de seus dois assistentes ou outra pessoa quem criou o falso fóssil.
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