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By Ferramentas Blog

domingo, 17 de abril de 2011

O que é Gramática?

Considerando os aspectos que generalizam a “concepção da gramática”, entende-se em primeiro plano que a gramática é gerada como uma livro que expõe noções e regras essenciais, estabelecidas pelos especialistas, com base no uso da língua consagrado pelos bons escritores. Para essa concepção, normalmente, a gramática é reconhecida como normativa, ou seja ela oficializa regras e leis na qual a língua é só a variedade dita padrão ou culta e que todas as demais formas de uso da língua são sinuosidades, irregularidades, alterações da língua. Seu alto nível define o assunto, visto que ignora características próprias da língua oral além de desvalorizar outras variedades da língua com base em fatores não estritamente lingüísticos. Então, portanto, introduzidas nessa concepção de gramática várias maneiras de compreender e conceituar a chamada norma culta ou eliminar dela formas e usos, exercendo assim, seu papel prescritivo. Esses argumentos são sobretudo de natureza estética, aristocrática, política, comunicacional e histórica. Em segundo plano é a que tem sido denominada de gramática descritiva, porque faz, na verdade, uma descrição da estrutura e funcionamento, da língua, de sua forma e função. Esta trabalha com o falante – ouvinte ideal, permitindo associar a cada expressão dessa língua uma descrição estrutural e estabelecer suas regras de uso, de modo a separar o que é gramatical do que não é gramatical. Nessa concepção é permitido fazer gramáticas de todas as variedades da língua de acordo com as teorias estruturalistas, levando em consideração a lingüística da fala a qual se faz importante para o trabalho do professor de língua materna para desenvolver no aluno a competência comunicativa. A terceira concepção de gramática é, portanto, aquela que não há erro, mas, inadequação; é chamada de gramática internalizada pois é ela que permite ao usuário criar uma quantidade infinita de frases e julgar sua gramaticalidade no sentido da gramática descritiva. Esse tipo de gramática deixa bem claro que o usuário da língua precisa saber muito mais do que apenas as normas gramaticais, pois ela constitui não só a competência textual e discursiva possibilitando sua competência comunicativa. Além desses três tipos de gramática derivados da concepção que se tem de gramática, temos ainda outros tipos cujo critério de proposição está ligado à formação da estrutura e do mecanismo de funcionamento da língua, bem como outros tipos de gramática comumente citados os quais são definidos pelos seus objetos de estudo e por seus objetivos. Em suma temos: gramática implícita – que é a competência do falante; gramática explícita – representada por todos os estudos lingüísticos catalogados; gramática reflexiva – representa o raciocínio sobre as variedades lingüísticas; gramática transferencial – mostra diferenças de uma língua com outra; gramática geral – estuda o funcionamento da língua de um modo geral, ou seja, universaliza todas as línguas; gramática universal – busca mais os universais lingüísticos; gramática histórica – estuda uma seqüência de fases evolutivas de várias línguas, normalmente buscando encontrar pontos comuns, enfim.

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